Tenho razão de sentir saudade, tenho razão de te acusar. Houve um pacto implícito que rompeste e sem te despedires foste embora. Detonaste o pacto. Detonaste a vida geral, a comum aquiescência de viver e explorar os rumos de obscuridade sem prazo sem consulta sem provocação até o limite das folhas caídas na hora de cair.
Antecipaste a hora. Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas horas. Que poderias ter feito de mais grave do que o ato sem continuação, o ato em si, o ato que não ousamos nem sabemos ousar porque depois dele não há nada?
Tenho razão para sentir saudade de ti, de nossa convivência em falas camaradas, simples apertar de mãos, nem isso, voz modulando sílabas conhecidas e banais que eram sempre certeza e segurança.
Sim, tenho saudades. Sim, acuso-te porque fizeste o não previsto nas leis da amizade e da natureza nem nos deixaste sequer o direito de indagar porque o fizeste, porque te foste.
então venha que sou como luz mesmo... rsrsrs, so espera ela clarear um pouquinho mais...rsrrs, hj estou aki de molho na frente do ventilador, com a pele toda queimada e ardendo... o sol tava tão bom que nem me dei conta de como eu era tão branca e clara... como essa luz... rsrsrs
ola minha flor, a luz conduz a mim... LOOLLLL , vc percebeu que na vela tem uma letrinha M de Monica... no seu comentario...rsrsrs acho que sou eu... rsrsr beijos